quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Aline.
E nos mares de cor indefinida - tendo na receita: castanho claro, luxúria, fúria e pecados ainda nem nomeados - dos olhos de Aline, eu mergulhei. Inundei a alma com teus inúmeros encantos e prendas. A analisava, enquanto não satisfeita tentava tudo que ela dizia não saber e não conseguir, fazia até o que não gostava, fazia por fazer e ter o gostinho de em tom de desprezo dizer “consegui”. Fazia naturalmente porque Aline é assim: Ela simplesmente faz. Como fez eu me apaixonar por ela e fez isso sem nem querer fazer... Fez pra sussurrar nos meus ouvidos que ela conseguiu.
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